O Guerreiro
Tarde da noite
Próximo da hora marcada
Ele entra na arena
O amor pelo prêmio é comum ao inimigo
O medo nos olhos, não
A realidade é mais feroz que sua razão justa
A espada
Explosões de pensamentos...
Entender o quanto se quer, o que se quer
Talvez estar pronto não significasse nada
Não adianta recorrer às religiões
Na arena, Deus só pode olhar
Posso sentir o suor por debaixo de sua armadura
A honra
A paixão o cegou para o jogo sujo
Não é só o que se vê quando a luta começa
Seus golpes são conhecidos porque é leal demais
Tudo o que faz é se repetir e se defender
Precisa de bem mais que isso
Em minutos, golpes atravessam sua armadura
Gritos da platéia antecipam o final
Sua espada se quebra ao cair no chão
De joelhos, olha o oponente e entende
Derrotado, deixa a arena
Amigo P.

1 Comments:
Acho que só agora entendi o que voce disse. Ele é leal demais. Bom demais pra esse mundo hostil.
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